BIOFEEDBACK

O biofeedback é uma técnica revolucionária que consiste em um método indolor, não medicamentoso, indicado como terapia complementar no tratamento de diversos transtornos e distúrbios.
 
É através do biofeedback que se pode obter o controle voluntário de funções fisiológicas, das quais as pessoas normalmente não têm consciência com a finalidade de recuperar, manter ou melhorar sua saúde e/ou seus desempenhos. Isto é possível através de medições por aparelhos que possibilitam saber como se encontra a função fisiológica em estudo, informando ao paciente de modo visual ou sonoro, os valores medidos.
 
Tem sido aplicado com sucesso nas seguintes condições e distúrbios:
  • ​Transtornos de déficit de atenção/hiperatividade/impulsividade;
  • Distúrbios do sono;
  • Transtornos de ansiedade (fobias, síndrome do pânico; traumas; stress; fobia social etc.)
  • Transtornos do humor e quadros depressivos;
  • Asma;
  • Problemas cardiovasculares;
  • Dor crônica;
  • Fibromialgia;
  • Distúrbios que afetam sistema autonômico de modo geral, entre outros.
 
As técnicas de Biofeedback ampliam a capacidade de autogerenciamento e autocontrole através do reforço. Ou seja, é possível aprender essa regulação sendo que, depois de aprendida seu corpo é capaz de dar continuidade ao processo do dia a dia. Não há necessidade de patologias para se obter benefícios através do biofeedback.
 

NEUROFEEDBACK

Já o Neurofeedback é um tratamento não invasivo que tem como objetivo, melhorar o funcionamento cerebral por meio da neuromodulação autorregulatória.
Não tem nenhum efeito medicamentoso e é responsável por estimular as habilidades naturais do cérebro, regulando suas potencialidades e corrigindo distúrbios, contribuindo para um melhor desempenho cognitivo e comportamental.
 
Indicações:
  • Transtorno do déficit de atenção (TDA e TDAH);
  • Transtorno do estresse pós-traumático (TEPT);
  • Ansiedade;
  • Depressão;
  • Dificuldades de concentração;
  • Dificuldades de memória;
  • Distúrbios de aprendizagem;
  • Enxaqueca;
  • Estresse;
  • Fibromialgia;
  • Hiperatividade;
  • Insônia;
  • Síndrome do pânico;
  • Transtornos alimentares;
  • Otimização da performance mental, entre outros.