Treinar é parte da vida humana. Treinamos nosso corpo para aguentar corridas, os esportes que gostamos, jogos de inteligência… O ditado “A prática leva à perfeição” é verdadeiro e podemos ver isso em nosso dia a dia. Mas existem tarefas não tão simples de se aperfeiçoar quanto correr um pouquinho mais a cada dia e para elas, a ciência precisa ser utilizada.

Uma dessas atividades é a capacidade de concentração. Durante a fase escolar ou mesmo na vida adulta, somos facilmente distraídos. Isso pode acontecer por fatores simples, como a falta de interesse na ação realizada ou por razões mais complexas, como um distúrbio, por exemplo.
Com o objetivo de melhorar essa e outras questões, surgiu o Neurofeedback, uma técnica pouco conhecida no País que revela o que está acontecendo com o cérebro ao realizar alguma ação de forma instantânea. Basicamente, a técnica permite treinar diretamente o cérebro, melhorando a capacidade de concentração, memória e trabalhando até a autoconfiança.

O Neurofeedback possui algumas etapas. Em um primeiro momento, uma avaliação fisiológica de Eletroencefalografia (EEG) é feita, com a missão de analisar o funcionamento do cérebro e permitir que o profissional verifique as disfunções passíveis de melhora. Após essa fase, conecta-se o indivíduo a um computador que irá mensurar as ondas cerebrais em tempo real, com ajuda de equipamentos de última geração, enquanto o paciente executa algumas atividades que são preparadas de acordo com as necessidades apresentadas. Os protocolos geralmente duram cerca de 20 sessões para demonstrar o resultado, sendo que todo o trabalho é acompanhado por profissionais de saúde que se especializam em sua aplicação.

Com resultados expressivos e conforto em seus processos, o Neurofeedback é útil no tratamento de depressão, enxaquecas, transtornos obsessivos compulsivos, insônia, memória e, principalmente, na melhora de crianças com TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade.

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