Os fármacos sedativos e ansiolíticos, popularmente chamados de calmantes, são medicações de uso controlado e que agem no funcionamento de receptores neurais, inibindo-os. Na lista de medicações que se enquadram nessa função, muitos nomes como Rivotril ou Valium são amplamente conhecidos. Essas drogas, que reduzem a ansiedade e promovem o sono, são importantes para integração social e bem estar de muitas pessoas, contudo, junto de seus benefícios, alguns efeitos colaterais podem ser experienciados.

Perda do autocontrole, discernimento, dependência e tolerância são algumas das reações que essas medicações podem causar, sendo as últimas as mais perigosas. O maior problema em torno dessas medicações é a alteração dos protocolos, quando, por exemplo, o paciente aumenta a dose sem consultar o profissional responsável. Essa falta de controle no uso pode fazer com que a tolerância à droga aumente e um quadro de dependência se inicie.

As consequências do abuso dos calmantes podem ser percebidas pela manifestação de comportamentos neuróticos, semelhantes aos observados em viciados no geral, como aumento elevado de ansiedade, insônia e irritabilidade apresentados em períodos de abstinência. Por isso, é necessário atendimento profissional frequente quando se está em tratamento com essas substâncias e também atenção de familiares e amigos a sinais de que o benefício da medicação está sendo superado por algum mal. Sabendo da importância desses remédios no funcionamento da sociedade e na vida de indivíduos, é importante sempre fazer um uso racional dos medicamentos, colaborando para que eles cumpram o seu objetivo: curar e/ou amenizar problemas.

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